Psiquiatria · Crianças e adolescentes
Quanto custa uma consulta de psiquiatria para seu filho?
Investir no cuidado é abrir espaço para compreender o que ele sente.
Você não precisa ter um diagnóstico nem saber explicar tudo agora. Se algo no comportamento ou nas emoções do seu filho preocupa, podemos começar por uma conversa.
Consulta particular para crianças de 6 a 10 anos e adolescentes de 11 a 18 anos. Dra. Thaís Zaidan · CRM-BA 27.057.
Atendimento a partir de 6 anos
Escuta do paciente e orientação para a família

Antes de qualquer resposta, uma escuta
Você não precisa ter todas as respostas para conversar com a gente.
É comum ter dúvidas sobre quando procurar ajuda. A consulta existe para compreender o que está acontecendo — não para julgar seu filho ou a família.
“Será que é só uma fase?”
Nem toda mudança indica um transtorno. A intensidade, a persistência e o impacto na rotina ajudam a decidir quando buscar uma avaliação.
“Tenho receio de rotular meu filho.”
A consulta começa pela história da criança e da família. Procurar ajuda não significa chegar com um diagnóstico pronto.
“A consulta significa tomar remédio?”
Não necessariamente. As possibilidades de cuidado são conversadas depois da avaliação, conforme as necessidades de cada criança.
“Não sei como explicar o que acontece.”
Você pode começar contando situações do cotidiano: o que mudou no sono, na escola, nas brincadeiras ou no convívio.
Entenda a fase
Cada idade tem seu jeito de mostrar que algo não vai bem.
Crescer envolve mudanças. Quando elas são intensas, persistentes e prejudicam a rotina, vale buscar uma avaliação — sem concluir um diagnóstico por um sinal isolado.
Criança
6 a 10 anos
Emoções que aparecem nas reações
Choros frequentes, irritabilidade intensa ou medos que dificultam a separação da família e a rotina.
Mudanças na escola e nas brincadeiras
Dificuldade persistente de atenção, queda na aprendizagem ou menos interesse em brincar e conviver.
Sono, alimentação e convivência
Dificuldade importante para dormir, mudanças no apetite ou reações agressivas que afetam o dia a dia.
Adolescente
11 a 18 anos
Mudanças de humor e afastamento
Tristeza persistente, irritabilidade intensa ou isolamento que vai além da busca por privacidade.
Telas, estudos e vida social
Uso de jogos ou telas que prejudica o sono, os estudos e o interesse por amigos e outras atividades.
Pressões e comportamentos de risco
Ansiedade que limita a rotina, sofrimento relacionado ao bullying ou uso de álcool e outras substâncias.

Um olhar para a infância
Nem sempre a criança consegue explicar o que sente.
Às vezes, a preocupação aparece no choro, nas reações intensas, na dificuldade para dormir ou na vontade de evitar a escola. Mais do que interpretar uma atitude, é importante compreender o contexto e o que mudou.
A escuta da criança, adequada à idade, e a história contada pela família ajudam a médica a orientar o cuidado. Procurar uma avaliação não significa chegar com um rótulo pronto.
Um olhar para a adolescência
Crescer não precisa significar lidar com tudo sozinho.
Mudanças no corpo, novas relações e pressões da escola fazem parte dessa etapa. Mas sofrimento persistente, noites mal dormidas e afastamento das atividades merecem atenção, não apenas a explicação de que “é a idade”.
O cuidado considera a experiência do adolescente e o contexto da família, com participação do responsável e orientações individualizadas.

Avaliação individualizada
Entender seu filho vem antes de dar um nome ao que ele sente.
O cuidado em saúde mental considera muito mais do que uma queixa. A história, o desenvolvimento, a rotina em casa e a experiência na escola ajudam a compreender as necessidades de cada paciente.
- O que mudou e há quanto tempo a família percebe isso
- Como estão sono, alimentação, aprendizagem e atividades do dia a dia
- Como seu filho se relaciona e reage em diferentes ambientes
- Quais orientações e formas de acompanhamento fazem sentido
A avaliação pode abordar dificuldades de atenção, ansiedade, humor e dúvidas sobre o desenvolvimento, inclusive suspeitas de autismo. Nenhuma dessas condições é confirmada apenas pelos sinais desta página.
Da dúvida ao cuidado
Como começa a jornada da sua família
Você conversa com a equipe
Escolha criança ou adolescente e conte o que preocupa você. A equipe esclarece dúvidas sobre agendamento, investimento e modalidade da consulta.
A médica conhece a história
Um responsável legal participa. A Dra. Thaís escuta a família e o paciente, respeitando a idade e a etapa de desenvolvimento.
Os próximos passos ficam claros
Depois da avaliação, as orientações e possibilidades de acompanhamento são explicadas à família, conforme cada caso.
Sua preocupação merece respeito e discrição.
As informações do formulário são tratadas com confidencialidade e ajudam a equipe da Dra. Thaís a compreender o motivo do contato. Não é preciso escrever tudo: você pode marcar opções ou contar com suas palavras.
A conversa com a secretária orienta o agendamento; não substitui a avaliação médica.

Dra. Thaís Lima Zaidan · CRM-BA 27.057
Escolher quem vai cuidar do seu filho é uma decisão importante.
Com escuta antes de prescrever e sem rótulos precipitados, cada consulta começa por conhecer a história antes de pensar em qualquer tratamento.
Formação
Medicina — Universidade Severino Sombra (Vassouras, RJ)
Pós-graduação
Psiquiatria da Infância e Adolescência
Atendimento particular para crianças e adolescentes, com orientação para a família.
Clareza para decidir
Qual é o investimento na consulta?
Entender os valores também faz parte da decisão de cuidar do seu filho. A equipe explica o investimento na consulta particular, as condições de pagamento e como funciona o agendamento — para você decidir com tranquilidade.
O atendimento é particular, com emissão de recibo para eventual reembolso, conforme as regras do seu plano.
Consulta avulsa e acompanhamento
Conheça os valores e as possibilidades de cuidado.
Além da consulta avulsa, existe uma opção de acompanhamento com quatro consultas, com menor investimento por consulta.
A indicação e a frequência são definidas conforme a avaliação médica. Converse com a equipe para conhecer os valores e as condições de cada opção, sem compromisso de contratação.
Perguntas dos pais
Dúvidas sobre a consulta para crianças e adolescentes
O cuidado pode começar com uma conversa.
Conte o que preocupa você. Nossa equipe ajuda a esclarecer dúvidas e a encontrar o próximo passo para a consulta do seu filho.
Crianças de 6 a 10 anos · Adolescentes de 11 a 18 anos
