Dra. Thaís Zaidan — PsiquiatriaCRM-BA 27.057

Psiquiatria infantil · 6 a 10 anos

Você buscou um psiquiatra infantil. O primeiro passo é entender o que seu filho precisa.

Você não precisa ter um diagnóstico nem saber explicar tudo agora. Se algo no comportamento ou nas emoções do seu filho preocupa, podemos começar por uma conversa.

Consulta particular com psiquiatra para crianças de 6 a 10 anos. Dra. Thaís Zaidan · CRM-BA 27.057.

Atendimento a partir de 6 anos

Escuta da criança e orientação para a família

Dra. Thaís Zaidan, atendimento em psiquiatria para crianças

Antes de qualquer resposta, uma escuta

Você não precisa ter todas as respostas para conversar com a gente.

É comum ter dúvidas sobre quando procurar ajuda. A consulta existe para compreender o que está acontecendo — não para julgar seu filho ou a família.

“Será que é só uma fase?”

Nem toda mudança indica um transtorno. A intensidade, a persistência e o impacto na rotina ajudam a decidir quando buscar uma avaliação.

“Tenho receio de rotular meu filho.”

A consulta começa pela história da criança e da família. Procurar ajuda não significa chegar com um diagnóstico pronto.

“A consulta significa tomar remédio?”

Não necessariamente. As possibilidades de cuidado são conversadas depois da avaliação, conforme as necessidades de cada criança.

“Não sei como explicar o que acontece.”

Você pode começar contando situações do cotidiano: o que mudou no sono, na escola, nas brincadeiras ou no convívio.

Sinais que merecem atenção

Quando procurar um psiquiatra para crianças?

Quando mudanças no comportamento ou nas emoções são intensas, persistentes e prejudicam a rotina, a escola ou as relações familiares, vale buscar uma avaliação médica.

O humor mudou

Tristeza intensa, apatia, choros sem motivo aparente ou irritabilidade frequente que persistem e afetam o dia a dia.

A escola ficou mais difícil

Queda no rendimento, dificuldade intensa de concentração ou mudanças que a família e a escola começam a perceber.

As brincadeiras perderam espaço

Afastamento de amigos e familiares ou perda de interesse por brincadeiras e atividades que antes eram importantes.

Sono e apetite estão diferentes

Pesadelos frequentes, dificuldade importante para dormir ou mudanças no apetite que prejudicam a rotina.

As reações ficaram intensas

Agressividade, impulsividade muito acentuada ou medo exagerado, com dificuldades no convívio em casa ou na escola.

O corpo também dá sinais

Dores de barriga ou de cabeça que se repetem e interferem nas atividades merecem avaliação médica. O contexto emocional pode ser considerado, sem presumir a causa.

Um sinal isolado não define um diagnóstico. O contexto, a etapa de desenvolvimento e o conjunto das mudanças precisam ser considerados.

Mãe escuta a filha enquanto ela desenha em casa — imagem ilustrativa

Um olhar para a infância

Nem sempre a criança consegue explicar o que sente.

Às vezes, a preocupação aparece no choro, nas reações intensas, na dificuldade para dormir ou na vontade de evitar a escola. Mais do que interpretar uma atitude, é importante compreender o contexto e o que mudou.

A escuta da criança, adequada à idade, e a história contada pela família ajudam a médica a orientar o cuidado. Procurar uma avaliação não significa chegar com um rótulo pronto.

Avaliação individualizada

Entender a criança vem antes de dar um nome ao que ela sente.

O cuidado em saúde mental considera muito mais do que uma queixa. A história, o desenvolvimento, a rotina em casa e a experiência na escola ajudam a compreender as necessidades de cada paciente.

  • O que mudou e há quanto tempo a família percebe isso
  • Como estão sono, alimentação, aprendizagem e atividades do dia a dia
  • Como seu filho se relaciona e reage em diferentes ambientes
  • Quais orientações e formas de acompanhamento fazem sentido

A avaliação pode abordar dificuldades de atenção, ansiedade, humor e dúvidas sobre o desenvolvimento, inclusive suspeitas de autismo. Nenhuma dessas condições é confirmada apenas pelos sinais desta página.

Da dúvida ao cuidado

Como começa a jornada da sua família

01

Você conversa com a equipe

Conte o que preocupa você. A equipe esclarece dúvidas sobre agendamento, investimento e modalidade da consulta.

02

A médica conhece a história

Um responsável legal participa. A Dra. Thaís escuta a família e o paciente, respeitando a idade e a etapa de desenvolvimento.

03

Os próximos passos ficam claros

Depois da avaliação, as orientações e possibilidades de acompanhamento são explicadas à família, conforme cada caso.

Sua preocupação merece respeito e discrição.

As informações do formulário são tratadas com confidencialidade e ajudam a equipe da Dra. Thaís a compreender o motivo do contato. Não é preciso escrever tudo: você pode marcar opções ou contar com suas palavras.

A conversa com a secretária orienta o agendamento; não substitui a avaliação médica.

Dra. Thaís Lima Zaidan

Dra. Thaís Lima Zaidan · CRM-BA 27.057

Escolher quem vai cuidar do seu filho é uma decisão importante.

Com escuta antes de prescrever e sem rótulos precipitados, cada consulta começa por conhecer a história antes de pensar em qualquer tratamento.

Formação

Medicina — Universidade Severino Sombra (Vassouras, RJ)

Pós-graduação

Psiquiatria da Infância e Adolescência

Atendimento particular para crianças de 6 a 10 anos, com orientação para a família.

Clareza para decidir

Qual é o investimento na consulta?

Entender os valores também faz parte da decisão de cuidar do seu filho. A equipe explica o investimento na consulta particular, as condições de pagamento e como funciona o agendamento — para você decidir com tranquilidade.

O atendimento é particular, com emissão de recibo para eventual reembolso, conforme as regras do seu plano.

Consulta avulsa e acompanhamento

Conheça os valores e as possibilidades de cuidado.

Além da consulta avulsa, existe uma opção de acompanhamento com quatro consultas, com menor investimento por consulta.

A indicação e a frequência são definidas conforme a avaliação médica. Converse com a equipe para conhecer os valores e as condições de cada opção, sem compromisso de contratação.

Perguntas dos pais

Dúvidas sobre psiquiatria infantil

O cuidado pode começar com uma conversa.

Conte o que preocupa você. Nossa equipe ajuda a esclarecer dúvidas e a encontrar o próximo passo para a consulta do seu filho.

Atendimento infantil · Crianças de 6 a 10 anos