CRM 27.057Psiquiatria · 11 a 18 anos
Quando o comportamento do seu filho preocupa, o primeiro passo é a conversa.
Se telas, jogos, isolamento, uso de substâncias ou mudanças bruscas começaram a ocupar a rotina da família, uma avaliação médica pode ajudar a compreender o que está acontecendo e quais caminhos considerar.
Consulta particular · Adolescentes de 11 a 18 anos · 100% online

Sinais que merecem atenção
Situações que costumam trazer as famílias até a consulta
Uso excessivo de telas e jogos
O jovem passa cada vez mais tempo conectado, reage mal aos limites e deixa sono, estudos, convívio ou outras atividades em segundo plano.
Isolamento e timidez extrema
Ele se afasta da família e dos amigos, evita sair do quarto ou perde o interesse por atividades que antes faziam parte da rotina.
Uso de álcool ou drogas
Há suspeita ou sinais de uso de substâncias, mudanças nos círculos sociais, omissões frequentes ou situações que colocam sua segurança em risco.
Mudanças bruscas de comportamento
Irritabilidade, impulsividade, queda no rendimento ou alterações no sono aparecem juntas e começam a afetar a vida familiar.
"Nem toda mudança precisa de diagnóstico. Mas toda mudança merece ser ouvida."
Jogos e telas
Quando o jogo deixa de ser só diversão e começa a ocupar a vida
Muitos adolescentes usam jogos e redes para relaxar, encontrar amigos e se divertir. A preocupação aumenta quando esse uso passa a organizar toda a rotina e o jovem parece não conseguir se desconectar sem sofrimento ou conflito.
Isso não permite concluir, sozinho, que existe jogo patológico ou outro diagnóstico. É o conjunto dos sinais e dos prejuízos que precisa ser compreendido em uma avaliação individual.
O excesso pode aparecer no corpo, no humor e nas relações
- Cansaço e esgotamento mental mesmo depois de muitas horas no quarto
- Sono ruim, dificuldade para acordar e rotina cada vez mais desorganizada
- Irritação, impaciência ou conflitos quando a família tenta estabelecer limites
- Menos interesse por amigos, estudos, esporte e atividades fora das telas
Uma dúvida comum entre os pais
É uma fase da adolescência ou um sinal de que ele precisa de ajuda?
Oscilações podem fazer parte dessa etapa. O que merece um olhar mais atento não é um comportamento isolado, mas o padrão que ele forma ao longo do tempo.
Duração
A mudança não acontece apenas em um dia ruim: ela permanece ou se repete por semanas.
Intensidade
As reações ficam mais fortes, frequentes ou difíceis de manejar dentro de casa.
Prejuízo na rotina
Sono, escola, relações, autocuidado ou segurança começam a ser afetados.
Não é preciso chegar à consulta com uma resposta. Entender o que está acontecendo faz parte da avaliação.
Antes de pensar em tratamento
A primeira tarefa é compreender o que está por trás da mudança
Um mesmo comportamento pode ter contextos diferentes. Por isso, a consulta começa pela história do adolescente e pelo olhar da família, não por um rótulo.
Na avaliação, a Dra. Thaís procura entender:
- O que mudou, quando começou e em quais situações acontece
- Como estão sono, alimentação, escola, amizades e rotina familiar
- O papel das telas, jogos, substâncias e outros fatores no dia a dia
- Se há sinais emocionais ou clínicos que precisam de acompanhamento
Como funciona a consulta
Uma conversa organizada para que a família não precise decidir tudo sozinha
A família apresenta o contexto
Pelo menos um responsável legal participa e conta o que mudou, quais situações preocupam e como isso afeta a rotina.
O adolescente também é ouvido
A conversa busca compreender a experiência do jovem sem começar por rótulos ou conclusões apressadas.
Os próximos passos são explicados
A Dra. Thaís compartilha sua avaliação e orienta a família sobre as possibilidades de cuidado indicadas para aquele caso.

Prazer, sou a Dra. Thaís Zaidan
Escolher quem vai cuidar do seu filho é uma decisão importante.
Na minha própria adolescência, enfrentei um período difícil: uma depressão que ficou anos sem diagnóstico, com muito sofrimento e conflitos dentro de casa. Foi essa vivência que me mostrou, de um jeito muito pessoal, a diferença que o cuidado certo, no momento certo, pode fazer.
Hoje, atendo com escuta antes de prescrever, sem pressa para diagnosticar e sem rótulos precipitados. Cada consulta começa por conhecer a história antes de pensar em qualquer tratamento.
Formação
Medicina — Universidade Severino Sombra (Vassouras, RJ)
Pós-graduação
Psiquiatria da Infância e Adolescência
Atuação
Adolescentes de 11 a 18 anos · Atendimento particular
Registro
CRM 27.057 · Psiquiatria
Informação para decidir com segurança
O que os pais mais perguntam
Se você ou seu filho estão em risco imediato, ligue para o CVV (188) ou para o SAMU (192). Esta página não substitui atendimento de urgência.
Você não precisa ter certeza do que está acontecendo para dar o primeiro passo
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